UNEB- UNUVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
NEAD- NÙCLEO DE EDUCAÇÂO A DISTÂNCIA
CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÀTICA A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: HISTÓRIA DA MATEMÁTICA
PROFESSORA FORMADORA: ROSIMEIRE DE FÁTIMA BATISTELA
ALUNAS: Mª. RUTE RIBEIRO DA HORA E TÂNIA SANTOS CARÔSO
Biografia de René Descartes
Nascido em 31 de março de 1596, em La Haye, na província de Touraine. Filho de Joachim Descartes, advogado e juiz, possuía terras e o título da nobreza francesa, além de ser conselheiro no Parlamento de Rennes, na Bretanha. Perdeu sua mãe, Jeanne Brochard, ainda muito cedo com apenas um ano de vida, por isso foi criado pela avó.
Contemporâneo de Galileu e Pascal estudou e trabalhou sob as influências religiosas repressoras da Inquisição. Forma-se em Direito pela Universidade de Poitiers e ingressa no exército do príncipe de Orange, na Holanda, onde tem contato com as descobertas recentes da Matemática e Conheceu Isaac Beeckman, que o influenciou fortemente e compôs um pequeno tratado sobre música intitulado Compendium Musicae (Compêndio de Música).
Começa a formular sua geometria analítica e seu “método de raciocinar corretamente”, já aos seus 22 anos de idade. Propõe (1619), uma ciência unitária e universal, espalhando as bases do método científico moderno e rompendo com a aristotélica adotada nas academias. Nesse mesmo ano, no dia 10 de novembro, teve uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico. Três anos depois retornou a França e passou os anos seguintes em Paris e em outras partes da Europa. Incentivado pelo cardeal de Bérulle, escreveu em 1628, "Regras para a Direção do Espírito". Trabalhou em “tratado do mundo" 1629, obra de física, porém com a condenação de Galileu 1633, pela igreja católica, Descartes não o publicou.
Publicou anonimamente "Discurso sobre o Método para Bem Conduzir a Razão a Buscar a Verdade Através da Ciência". Com três apêndices: "A Dióptrica" (um trabalho sobre ótica), "Os Meteoros" (sobre meteorologia), e "A Geometria" (onde introduz o sistema de coordenadas que ficaria conhecido como "cartesianas", em sua homenagem).
Passou a ser conhecido, bem como suas teorias se tornaram públicas nos ambientes esclarecidos e sua afirmação "Penso, logo existo" (Cogito, ergo sum) tornou-se popular, tornando-se o primeiro a levantar a doutrina do dualismo corpo/mente e a propor uma sede física para a mente, e a maneira como ela se interrelaciona com o corpo. Esses temas tornaram-se importantes para as neurociências que só vieram a dominá-las quatro séculos após.
Sua obra mais conhecida: as "Meditações Sobre a Filosofia Primeira" surgiu em 1641, com os primeiros seis conjuntos de "Objeções e Respostas". Tendo como autores das objeções: Johan de Kater; Mersene; Thomas Hobbes; Arnauld e Gassendi e a segunda edição das Meditações incluía uma sétima objeção, essa feita pelo, então, jesuíta Pierre Bourdin.
1643 a filosofia cartesiana é Condenada pela Universidade de Utrecht (Holanda), e acusado de ateísmo, Descartes obteve a proteção do Príncipe de Orange para no ano seguinte, lançar "Princípios de Filosofia", um livro dedicado à física, o qual ofereceu à princesa Elizabete da Boêmia, com quem mantinha correspondência. Sua obra de destaque é Discurso do Método (1637), em que apresenta a premissa de seu método de raciocínio base de sua filosofia e do futuro racionalismo científico. – “Penso, logo existo!” –Nessa obra mostra as quatro regras para se chegar ao conhecimento: nada é verdadeiro até ser reconhecido como tal; os problemas precisam ser analisados e resolvidos sistematicamente; as considerações devem partir do mais simples para o mais complexo; e o processo deve ser revisto do começo ao fim para que nada importante seja omitido. Escreve ainda Meditações da Filosofia Primeira (1641) e Princípios de Filosofia (1644). Em 1649, vai trabalhar como instrutor da rainha Cristina na Suécia. Morre de pneumonia no ano seguinte.
1643 a filosofia cartesiana é Condenada pela Universidade de Utrecht (Holanda), e acusado de ateísmo, Descartes obteve a proteção do Príncipe de Orange para no ano seguinte, lançar "Princípios de Filosofia", um livro dedicado à física, o qual ofereceu à princesa Elizabete da Boêmia, com quem mantinha correspondência. Sua obra de destaque é Discurso do Método (1637), em que apresenta a premissa de seu método de raciocínio base de sua filosofia e do futuro racionalismo científico. – “Penso, logo existo!” –Nessa obra mostra as quatro regras para se chegar ao conhecimento: nada é verdadeiro até ser reconhecido como tal; os problemas precisam ser analisados e resolvidos sistematicamente; as considerações devem partir do mais simples para o mais complexo; e o processo deve ser revisto do começo ao fim para que nada importante seja omitido. Escreve ainda Meditações da Filosofia Primeira (1641) e Princípios de Filosofia (1644). Em 1649, vai trabalhar como instrutor da rainha Cristina na Suécia. Morre de pneumonia no ano seguinte.
O "Tratado das Paixões" teve uma cópia enviada a rainha Cristina da Suécia, por meio do embaixador francês. Descartes foi para Estocolmo em 1649 depois de insistentes convites, com o objetivo de instruir a rainha de 23 anos em matemática e filosofia e no clima rigoroso teve a saúde abalada. Em Fevereiro de 1650, contraiu pneumonia e dez dias depois morreu. Em 1667, depois de sua morte, a Igreja Católica Romana colocou suas obras no Índice de Livros Proibidos. E por isso tudo que René Descartes, por vezes reverenciado como o fundador da filosofia moderna e o pai da matemática moderna, é considerado um dos pensadores mais influentes da história humana responsáveis pela chamada revolução científica moderna.
BIBRIOGRAFIA
Nova Enciclopédia Barsa - São Paulo: Encyclopédia Britannica do Brasil Publicações, 1998. Obra em 18 v,ISBN 85-7026-445-3(obra completa)1. Enciclopédias e dicionários98-0001 CDD -030
http://educacao.uol.com.br/biografias/rene-descartes.jhtm. Acessado em 20 de outubro de 2011
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descartes Acessado em 20 de outubro de 2011
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